Os trabalhos da exposição Adriana Varejão: suturas, fissuras, ruínas colocam em pauta o exame da história visual, das tradições iconográficas europeias e do fazer artístico ocidental. O corte, a rachadura, o talho e a fissura são elementos de narrativas recorrentes nos trabalhos da artista desde 1992. As produções recentes incluem pinturas tridimensionais de grande escala das séries Ruínas de charque e Línguas.
A utilização de recursos visuais como suturas, cortes e ruínas por Adriana Varejão, na obra Azulejaria em carne viva, remete à(s)
A) sobreposição da cultura brasileira à arte portuguesa. B) manutenção da representação realista na arte brasileira. C) violências desencadeadas pelo processo colonial brasileiro. D) desigualdades nos incentivos à produção artística brasileira. E) negligência na conservação do patrimônio arquitetônico luso-brasileiro.
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