Quero brincar, meus amigos De ver beleza nas coisas. Beleza no desatino No teu amor descuidado Beleza tanta beleza Na pobreza.
[…] Quero brincar, meus amigos De ver beleza na morte. Mais que na morte, na vida. Tão doce morrer em vida Tão triste viver em vão.
Vamos brincar, meus amigos E de mãos dadas cantar Minha feliz invenção: Beleza tanta beleza Em tudo que não se vê Beleza.
HILST, H. Da poesia. São Paulo: Cia. das Letras, 2017 (fragmento).
Em uma reflexão sobre a beleza na poesia e na vida, o eu lírico convida o leitor a
A) reconhecer a relatividade do belo. B) superar desafios de uma vida monótona. C) experimentar vivências lúdicas e coletivas. D) aceitar a contradição entre fantasia e realidade. E) recorrer ao belo como alternativa à tristeza da morte.
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